domingo, 29 de abril de 2012

A NOITE EM QUE MEU FILHO ME FUDEU


Na noite seguinte, eu estava em meu quarto, já na cama, assistindo ao telejornal da noite, como sempre vestindo apenas cueca, quando meu filho entrou em meu quarto, saído do banho, totalmente nu, enxugando os cabelos. Embora eu já o tenha visto nu tantas vezes e ele a mim, aquela visão me surpreendeu, pois ele nunca entrou assim em meu quarto. Víamos um ao outro nu geralmente no banheiro de casa ou do clube, na hora do banho. Pela casa, usávamos sempre ao menos cueca. Como na noite anterior ele havia me fodido, pensei que talvez quisesse de novo e sorri comigo mesmo, pensando: “Agora estou fodido! O garoto vai querer me comer toda noite”.
O garoto sentou-se na minha cama, ainda enxugando seus fartos cabelos e disse que, na aula de História, o professor havia dito que na Grécia e na Roma Antigas havia uma prática normal e aceita pela sociedade de um homem mais velho ter um garoto como predileto, chamado de “efebo”. Dois homens adultos que fossem amantes não eram bem vistos, mas quando havia uma grande diferença de idade e um deles fosse adolescente, era considerado normal. E pelo que o professor havia dito, o homem e seu efebo mantinham relação sexual plena.
Perguntei a meu garoto se ele estava tendo alguma idéia a partir da aula de História e ele me respondeu que havia uma diferença grande de idade entre nós, que ele era adolescente e que a gente poderia resgatar uma prática histórica. Sorri e perguntei-lhe o que ele gostaria de fazer e ele me respondeu que estava com vontade de inverter os papéis, ou seja, ser fodido por mim naquela noite. A esse ponto da conversa, minha rola estava querendo arrebentar minha cueca. “Tem certeza que é isso que você quer, filho?!” Ele acenou que sim com a cabeça, segurando em seu pau duro e já babando, olhando com visível desejo para o volume na minha cueca. Arranquei minha cueca e joguei-a longe e disse a ele: “Mas antes de foder seu cuzinho, quero fazer uma coisa...”
Escorreguei de forma a ficar totalmente deitado na cama, com a cabeça apoiada no travesseiro e pedi a meu filho para ajoelhar-se à minha frente, de tal maneira que eu pudesse lamber seu cuzinho liso. Ele ajoelhou-se como eu pedi e abriu bem a bundinha para mim. A visão daquele buraquinho fez meu pau pulsar ritmadamente de desejo. Segurei a bunda juvenil de meu filho, abrindo bem suas nádegas e com a ponta da língua comecei a brincar em seu buraquinho. Meu filho, com seu tronco semi-erguido, começou a gemer e, como na noite anterior, só repetia: “Ai, pai... ai pai, que delícia.... ai, paaaaaiiiii!!!!!!!!!”. Meu filho, gemendo para mim, me deixou alucinado de tesão. Tentei enfiar a língua toda em seu cuzinho e, com isso, minha cara toda enfiou-se em sua bunda. E minha língua de fato entrou toda. O garoto parece ter um cu naturalmente aberto. Nessa hora, senti meu filho curvando-se mais, abrindo-me ainda mais seu cu para mim. De repente, quase gozei de tanto tesão. Senti a boca do meu filho começar a chupar minha rola, da qual escorria muita baba. Precisei me controlar muito para não gozar em sua boca. Deixei-o chupar-me à vontade enquanto eu lambia seu cu. Sentindo o prazer de ser chupado pelo meu filho e com seu pau duríssimo tão próximo à minha boca, segurei-o e puxei-o para mim e o enfiei na boca. Não dá para descrever o prazer que é fazer um 69 com o próprio filho. Com a boca cheia da minha rola, ele não dizia nada, apenas gemia.
Quando eu estava quase gozando, fiz com que parássemos nosso sexo oral e pedi que ele ficasse de quatro sobre a cama. Tentei fodê-lo ali, de joelhos atrás dele, mas por ser mais baixo que eu, a posição ficou incômoda. Coloquei-o de quatro na beira da cama e eu, em pé, dobrando um pouco os joelhos, encaixei minha rola pingando de tanto tesão bem na entradinha do seu cuzinho. Creio que em toda a minha vida nunca vi um cuzinho mais lindo, rosado, lisinho e gostoso como o do meu filho. Só de imaginar, meu pau aqui está duro e pulsando, enquanto escrevo estas memórias.
Cuspi na entrada do cu do meu filho e enfiei a cabeça. Para minha surpresa, entrou sem dificuldade, ainda mais que estava super-melada com a baba que escorria. Comecei a enfiar devagar minha rola dentro e confirmei o que havia pensado quando enfiava a língua no garoto: seu cu era naturalmente aberto. Enquanto o garoto gemia e repetia: “Ai, pai, que tesão... vai, pai, mete tudo... ai, pai.... ai...” fui metendo tudo nele, devagar. Eu podia ver minha pica super dura sumindo dentro do cu do meu filho.... que imagem maravilhosa. Aquela bundinha lisinha, branquinha, não muito grande mas redondinha acolhendo com prazer minha rola grande e grossa! Após enfiar tudo, comecei o movimento de vai e vem. Comecei bem devagar, para sentir todo o prazer de foder o cu do meu filho adolescente, o meu efebo, como ele dissera. Tirei meu pau devagar de seu cu, até sair tudo, e voltei a meter, também devagar. O garoto delirava de tesão. Fiquei nesse movimento lento e ritmado por longo tempo, apreciando a visão da minha rola sumindo e aparecendo de dentro do cu do garoto. Minha vontade era de esporrar lá dentro, enchendo o cu do meu filho, como ele havia enchido o meu na noite passada. Aumentei o ritmo da foda e quase perdi o controle. Comecei a foder meu filho rápida e violentamente, fazendo-o gemer cada vez mais alto. Eu estava quase gozando, mas não quis gozar ainda. Tirei meu pau do cu do meu filho, deitei-me na cama e pedi que ele me cavalgasse, olhando para mim. Com minha rola pulsando de desejo e totalmente melada, apontando para cima, vi meu filho abaixando-se até seu cu encontrar com meu caralho. Nem precisamos usar as mãos. Seu cu encaixou-se na cabeça do meu pau e o garoto sentou com tudo, quase me fazendo gozar. Ele então começou a me cavalgar como nenhuma mulher havia feito, ao mesmo tempo em que batia punheta, deixando a baba de seu pau pingar em minha barriga. Ele me cavalgava e eu ainda movimentava meu quadril, forçando ainda mais meu pau dentro dele. Não sei quanto tempo ficamos ali, ele se masturbando e eu o fodendo, mas foi um longo tempo. Ele não parava de gemer e me chamar de pai. Então seu gemido foi-se intensificando e isso me deixou com um tesão ainda maior. De repente, ele parou de me cavalgar e segurando firmemente em sua rola, gozou em minha direção; primeiro dois jatos abundantes sobre minha barriga e peito, depois outro mais forte que atingiu-me o queixo, em seguida mais dois que bateram na minha cara e entraram um pouco em minha boca, seguidos de dois ou três mais fracos que lambuzaram ainda mais meu peito e minha barriga. Ao sentir a porra do meu filho na minha boca e a contração de seu cu em meu pau, gozei fartamente dentro do garoto, gemendo ao mesmo tempo em que engolia seu esperma adocicado e jovem.
Ainda com o pau dentro de mim, meu filho puxou-me para si e ficamos abraçadinhos, sentindo nossas respirações ofegantes voltarem ao normal, e porra em meu peito e barriga lambuzando-o também. “Meu efebo!”, disse-lhe ao ouvido. “Meu macho, meu amante!”, falou-me baixinho. Ele então começou a esfregar seu rosto contra o meu, fazendo com que sua porra lhe lambuzasse a face também, ora de um lado e ora de outro. Nesse movimento, seus lábios procuraram os meus e começamos a nos beijar voluptuosamente. Meu pau, ainda dentro do cu do meu filho voltou a ganhar vida, o mesmo acontecendo com o pau do meu filho. Esse primeiro beijo nosso causou-nos tanto tesão que em instantes eu gozei novamente dentro dele e ele esporrou em nossos peitos.
Quando recuperamos nossas respirações, olhei para o relógio e vi que já passava das 3 e meia da manhã; havíamos transado por mais de 3 horas seguidas. Meu filho levantou-se devagarzinho, quase como em câmera lenta, fazendo-me sentir meu pau saindo de seu cu centímetro por centímetro. Ele saiu da cama e puxou-me para o banheiro. Entramos juntos no box e, debaixo d’água, ele me abraçou e ficando as pontas dos pés voltou a me beijar. Em seguida, ajoelhou-se à minha frente e me chupou deliciosamente. Desta vez eu podia ver meu pau entrando e saindo da boca do meu filho. Recostei-me à parede e fiquei curtindo aquela sensação deliciosa, enquanto passava as mãos pelos seus cabelos molhados e por sua face sem pêlos. Quis retribuir aquele prazer; assim, depois de ser chupado por longo tempo, ergui meu filho, recostei-o à parede e me agachei, passando a chupar seu pau juvenil e delicioso. Quando ele gozou na minha boca, mais uma vez engoli aquela porra adocicada.
Meu filho sentou-se no chão do box e pediu-me que batesse uma punheta olhando para ele e que gozasse em sua cara e em sua boca. À sua frente, me masturbei alucinadamente. Quando fui gozar, dobrei um pouco os joelhos e enfiei minha rola na boca do meu filho, que me chupou e bebeu meu leite quente na fonte.
Terminamos nosso banho e fomos para a cama, quase às 5 da manhã. Dormimos abraçados como na noite passada e, naquele dia, ambos perdemos a hora; ele faltou à escola e eu ao trabalho. Desde então, meu filho tornou-se meu efebo e eu o seu homem. E estamos mais felizes, unidos e amigos do que nunca.

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