domingo, 22 de abril de 2012

QUANDO DESCOBRI QUE MEU FILHO É GAY.

Pra poder chegar ao ano de 2010 quando tudo começou a acontecer, tenho que voltar ao ano de ao ano de 1972 quando eu tinha meus 16 anos. Vivendo numa cidade do interior e numa época em que os padres ainda usavam batinas; eu, juntamente com um outro garoto que se chamava Jairo (14 anos) ajudávamos o padre nas missas como coroinhas.
Só que, naquela coisa de moleque comecei a comer a bundinha de Jairo que mais parecia uma menina de tão bonito que o filho-da-puta era. Jairo; muito inocente, resolveu confessar ao padre. O padre, na minha vez de confessar, fez-me ser o último e sem dizer que o Jairo tinha confessado; nem precisava, deu a entender que já sabia de tudo e mandou-me ir após a missa até a casa paroquial.
Apavorado, fui e o padre literalmente puxando minha orelha me levou para um quarto e mandou tirar minhas roupas dizendo que só tinha um modo de eu não ser excomungado e expulso da igreja... Com lágrimas nos olhos, fiquei nú e o padre (+- 54 anos) levantando a batina (não vestia nada por baixo) me apontou um pica dura e roliça e mandou que eu chupasse.
Comecei a chupar e ele fazendo carinhos nos meus cabelos.
- Isso Manoel... Chupa pra ser perdoado pelos seus pecados!
Fui me acostumando rapidamente com aquela coisa grossa dentro da minha boca que logo estava achando até interessante o gosto de um pau... Ele gozou segurando firme minha cabeça.
- Bebe Manoel; bebe todo meu leitinho...!
Engasgando e tossindo engoli uma quantidade enorme de esperma do padre que, em seguida me levando pro banheiro tirou a batina me fazendo esfregar tudo seu corpo.
Voltei a ficar novamente apavorado quando ele me puxando pra ficar também debaixo do chuveiro, me abraçou e a força beijou minha boca... Muito mais fraco que o padre, tive que me sujeitar por mais de um minuto aqueles lábios nos meus e até sua língua que insistia em entrar pra dentro da minha boca.
Fez-me enxuga-lo todo e ao passar a toalha na sua pica percebi que ele estava crescendo novamente... E novamente.
- Chupa mais um pouquinho Manoel; chupa!
Obediente, ajoelhei no banheiro e comecei a mamar fazendo aquela coisa crescer e ir endurecendo cada vez mais até ele pedir pra eu parar e voltar com ele pro quarto.
Mandou-me ficar de quatro e lambuzando meu cú com um óleo enterrou até o saco me fazendo berrar feito um leão ferido... Tive que agüentar o padre socar no meu dolorido cuzinho por uns 10 minutos antes dele gozar novamente.
Padre me fez voltar várias vezes à casa paroquial e não demorou pra eu estar gostando de dar o cú e até chupar seu pau... Isso durou mais de um ano, até o padre ser transferido.
O tempo foi passando, e mesmo sentindo falta de ter um pau enfiado no rabo comecei lentamente a voltar a ter uma rotina normal. Namorei algumas meninas; transei e com meus 21 anos estava casado... Tivemos uma filha (Rosa) e logo em seguida um filho (Wilson) que foram crescendo lindos e inteligentes... Principalmente Wilson que era um garoto de encantar a todos em sua volta.
Mas foi quando Wilson estava com seus 14 anos é que as coisas aconteceram a ponto de mexer totalmente com a estrutura familiar. Parecia que eu era o único que percebia que Wilson era muito mais delicado do que sua irmã e que não gostava de brincar como os outros garotos.     
Mas também, fui o único que não se espantou quando Wilson resolveu sair de dentro do armário e revelar que era gay... Foi um Deus nos acuda e eu tentando fazer com que minha esposa, meus pais e meus sogros procurassem entender de que aquilo era uma coisa que tínhamos que encarar como normal.
Conversei muito com Wilson que sentindo total confiança em mim foi me revelando que já andava de namorico com um garoto do colégio, chamado Pedro, que tinha 16 anos... Abracei meu filho e prometi que o ajudaria em tudo que fosse necessário pra ele ser feliz. Curioso, perguntei onde era que eles namoravam, e Wilson:
- Na casa dele papai!
Minha preocupação logo foi em saber sobre os pais do Pedro já que Wilson era bem revelador quando andava; rebolava muito mais do que a irmã e gesticulava todo cheio de trejeitos. 
- Eu vou sempre quando eles não estão em casa... Eles trabalham e ficamos sozinhos trancados no quarto dele.
- E como vocês namoram?
- Como assim papai?
- O que vocês fazem... Vocês se beijam na boca?
Wilson ficou todo envergonhado e com muito jeitinho fui fazendo entender que podia me contar tudo... Descobri que meu filho com 14 anos já beijava na boca, chupava um pau e dava o cuzinho pra um garoto de 16; igualzinho quando eu ficava com o padre.
Não demorou para os pais de Pedro descobrirem, e até numa atitude extrema de intolerância proibiu o filho de se encontrar com o meu e obrigou o colégio a trocar seu filho de sala.
Wilson ficou arrasado e me trancando com ele em seu quarto o abracei e conversei muito fazendo com que ele entendesse que aquele garoto não seria o único em sua vida e que com calma ele iria descobrir outros que gostam de namorar garotos.
Mas foi um dia de domingo em que fiquei sozinho em casa com Wilson é que tudo começou a acontecer entre nos dois.
Estava no sofá lendo um jornal quando Wilson chegou e sentando do meu lado me abraçou, me deu um beijo e ficou recostado no meu peito... Vendo-o meio triste.
- O que foi filho; aconteceu alguma coisa?
- Nada não papai; só estava pensando no Pedro!
- Esta sentindo saudades; não é filho?
- Não sei papai... Mas acho que não é nem tanto do Pedro; é que parece que está faltando alguma coisa na minha vida!
Percebendo que ele devia estar carente pelo modo de como ele me abraçava, o fiz me encarar e dando-lhe um beijinho na testa.
- Filho... Você está sentindo falta de contato físico; não é?
- Acho que sim papai!
Acho que Wilson apesar de não mais conseguir esconder que era gay, era muito discreto e não conseguia fazer com que outro garoto se interessasse por ele, mesmo ele sendo extremamente bonito de rosto e de corpo... Segurei-lhe o rosto e dei um leve beijinho nos seus lábios.
- Oh! Papai está aqui pra lhe ajudar em tudo que você precisar; ok?
Ele sorriu permanecendo com os lábios próximos ao meu rosto mesmo eu não estando mais o segurando.
- Eu sei papai... É por isso que eu te amo tanto!
Dei-lhe mais uma bicota e achando que podia ajudar meu filho bem mais do que qualquer outra pessoa.
- Você sabe que vamos ficar sozinhos aqui em casa até a noite; não sabe?
- Sei sim papai; mamãe e a Rosa foram passar o dia na casa da vovó!
- Pois é! Quer brincar um pouco com o papai?
- Brincar de quê?
- Primeiro você tem que ficar peladinho pro papai...!
Acho que Wilson logo percebeu minhas intenções e deixou que eu o ajudasse a ficar peladinho... Admirando aquele corpinho liso; sua bundinha média e bem empinadinha que com certeza muitas meninas gostariam de ter uma igual, puxei ele pro meu colo e passando a mão nas suas coxas.
- Quer beijar o papai na boca?
Wilson sem falar, chegou o rosto se oferecendo... Aqueles lindos lábios foram como imã me obrigando a beijar gostoso meu filho que correspondeu direitinho chupando a ponta da minha língua fazendo meu pau ficar mais duro que pedra debaixo da sua bundinha. Wilson se ajeitando no meu colo, saindo de sobre meu pau e sem largar minha boca envolveu meu pau duro com sua mão; apertando.
- Quer que o papai coloque-o pra fora?
- Quero papai... Quero!
Wilson sentou no sofá ao meu lado olhando eu abrindo e puxando minha piroca que logo estava até apontando pro teto de tão dura... Notei seu olhar de admiração e seu sorriso de felicidade. Fiz com que ele segurasse.
- Quer chupar como você fazia com o Pedro?
- Papaaaaai??!! Você quer que eu chupe?
- Ué filho... Você não gosta?
- Gosto papai... Mas é que...!
- Sem problema filho; não precisa ficar acanhado só porque sou seu pai!
Wilson foi arriando o corpo e logo foi envolvendo meu pau com seus lábios e iniciou o melhor boquete que já tinha tido na vida.
- Iiiiissssoooo filho... Chupa... Mais... Papai está adorando...!
Wilson não apenas chupava, ele sugava meu pau fazendo pressão na cabeça e passando a língua.
- Oooohhhh filho... Papai já vai gozar...
Ele parou com a boca na ponta da minha pica, e eu percebendo que ele estava na dúvida.
- Quer continuar chupando filho?
Wilson voltou com a boca até quase na metade da minha piroca e ficou esperando soltar toda minha porra pra ele ir engolindo até a última gota.
Voltei a beijar gostoso a boca do meu filho que ainda mantinha o gosto da minha porra.
- Papai adorou filho...!
Ele acariciando meu pau que estava amolecendo aos poucos.
- Também papai... Ele é bem maior do que a do Pedro!
Meu pau não tinha nada de exagero; apenas em comparação a um garoto de 16 anos realmente tinha uma diferença significativa tanto no tamanho quanto na grossura.
- Está com vontade de dar a bundinha pro papai?
Ele sorrindo apenas balançou a cabeça confirmando.
- Então vamos tomar um banho e depois vamos lá pro seu quarto; ok?
Meia hora depois, estávamos deitados na sua cama e eu beijando-o e acariciando todo seu corpo foi ficando cada vez mais excitado... Beijei muito sua bundinha e soltando saliva sobre seu cuzinho o coloquei na posição de quatro e sem perder tempo fui empurrando meu pau pra dentro daquele cuzinho apertado.
- Aaaiiiii... Aaaaaiiii... Seu pau é muito gostoso papai... Enfia tudo... Enfia!
Veio a lembrança de quando eu comia o viadinho do Jairo e fui socando no cuzinho do meu filho que gemia todo satisfeito; por vários minutos, até gozar muito.
Wilson passou a demonstrar estar sempre feliz, e quando ficávamos sozinhos adorava me beijar na boca; chupar meu pau e até tomar a iniciativa de sentar no meu pau e cavalgar com seu cuzinho gostoso até me fazer gozar.

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